Leia o número 6

Editorial

Editorial Revista Pandava

Sendo Portugal o país que, sem dúvida, abriu, com as suas viagens, a porta ao Oriente na Era Moderna, é triste o desconhecimento do público em geral da arte, literatura e filosofia da India, China, Japão, etc.

  • Setembro 11, 2019
  • por José Carlos Fernández
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1 N. Sri Ram. Rama Arjuna (Barcelona)Sociedad Teosófica Española r copia

Um Acesso à Realidade – “Reencontrar a nossa Identidade em uma pausa”

“Parem o mundo, que eu quero sair!”. Quantas vezes ao longo das nossas vidas fomos capazes de pensar ou sentir isto, seja de uma forma mais ou menos consciente.

1 Roda do Dharma, Templo de Konark. Creative Commons

Reencarnação e Concepções Budistas (III) – Buddhismo e Budhismo qual é a diferença?

… Tudo o que foi exposto anteriormente demostra sem dúvida que o que chamamos de “eu” pessoal nada mais é do que uma ilusão, ou seja, transitório e dependente.

1 Buda. Pixabay

Panditavagga, O Sábio. Comentário ao Capítulo VI do Dhammapada

Desde que nascemos, começamos um percurso existencial durante o qual nos ensinam tudo aquilo que sabemos. Alguém nos ensinou quais alimentos nos fazem bem e quais os que nos fazem mal;

1 H. P. Blavatsky. Filosofía para la Vida, Nueva Acrópolis.

Madame Blavatsky sobre Filosofia Vishishtadvaita

Qual é a natureza de Īśvara? Não tem más qualidades, mas apenas boas, é uma sabedoria eterna e universal; omnipotente, tendo a verdade como seu princípio e propósito final. É o Mestre universal, omnipresente, tendo como seu corpo natureza chetana (animado) e achetana (ou inanimado); e é bastante distinto de Jīva.

1 Ganesha com seus consortes Riddhi e Siddhi. Pintura chamada Riddhi Siddhi, de Raja Ravi Varma. Domínio Público

Lista de Siddhis, ou Poderes Mágicos

Marica era um sábio asceta que habitava num eremitério de uma das florestas do Sul, e que dividia o seu tempo entre as três grandes buscas da sabedoria transcendental hindu.

1 O Bodhisattva no ceu de Tushita antes do seu nascimento, Borobudur. Creative Commons r

A polinização e a Transmissão da Sabedoria

Em inúmeras culturas clássicas a Natureza foi considerada como um grande ser vivo que se desenvolve relacionando e equilibrando cada uma das suas partes. Ao analisar os elementos que constituem o nosso ambiente é possível observar que cada um tem um lugar e um papel específico do qual depende a vida na Terra.

1 Meditação. Pixabay

Joias Upanishads (II) – O Chandogya Upanishad

Nesta voz, funda-se a tripla ciência védica: em sua honra e em virtude da sua grandeza e das suas qualidades. O OM é a voz, a palavra pronunciada e o Canto elevado.

1 Pintura mural de Gandhi. Creative Commons

Gandhi: a força ética da ação não passiva

Quem é Gandhi? Ele é um professor, um asceta, um político, um filósofo?… Vamos abordá-lo e interpretá-lo sobre o enredo dos valores éticos, filosóficos e espirituais da tradição indostânica.

1 Estátua de Buda. Pixabay

Comentário ao Capítulo V do Dhammapada

Embora tenham passados séculos, e ainda milênios, não existe leitura mais atual que a dos clássicos, especialmente se falarmos dos Lotus que perfumaram toda a humanidade e ainda iluminam a alma com os seus ensinamentos como fontes de esperança. Tal é a voz de Buda, o seu rugido de leão fazendo ouvir a Boa Lei.

1 Universo floral. Pixabay

Comentários ao capítulo IV do Dhammapada Pupphavagga: As Flores

O Dhammapada será certamente o texto mais divulgado do Cánon Pali, o Livro sagrado do Budismo Theravada também conhecido por Tripitaka, e está incluído no Sutta Pitaka que é o conjunto de textos que versam sobre Ética, os ensinamentos que permitem percorrer o Caminho, aquelas indicações que os peregrinos vão encontrando na sua marcha.

1 Pixabay

A Doutrina Hindu do Atman

Possa algum de vós ter a oportunidade de ir alguma vez à Índia e, especialmente, a oportunidade de ter um contacto íntimo com as suas gentes, e descobrirá que a Índia é o lugar dos lugares, porque lá Deus parece estar mais próximo.

1 Adi Shankara, comentarista dos Upanishads. Domínio Público recortada

Conceitos Filosóficos dos Upanishads

Os Upanishads com os seus hinos, diálogos, poemas e explicações são o corpus de filosofia mais formidável e, ao mesmo tempo, mais antigo que chegou até nós quase intacto.

1

Fragmentos do Yoga Vasishtha II: Sobre o conhecimento (jñána) e o sábio (jñáni)

Devemo-nos esforçar por ser um jñani1 e não um jñánabandhu2. Este último é o que estuda as escrituras pelo prazer

1 Flor de Lotus. Pikrepo

Yamakavagga: Os Pares – Comentário ao Capítulo I do Dhammapada

A mente antecede todos os estados mentais

1 Meditação. Pixabay

Sobre os Upanishads na Cosmogênese de H.P. Blavatsky

“A História da Criação e deste Mundo, desde o seu início até ao tempo presente, está composta por sete capítulos. O sétimo capítulo ainda não foi escrito.” T. Subba Row

1 Universo. Pixabay

Reencarnação e concepções budistas: Então, o que reencarna?

Voltemos então à pergunta: O que é que reencarna?

1 Os 24 Tirthankaras. Domínio Público

Os Santos Tirthankaras

Segundo a tradição oriental, estes seres são aqueles que cruzaram o mais além. Estes são os seres a quem os jainistas prestam homenagem e admiração. O jainismo é uma religião com muitos pontos de contacto com o budismo, mas talvez muito mais antiga.

1 Papanatha Temple Pattadakal. Creative Commons

Ciclos, Yugas ou Eras na Cosmogonia da India Antiga

A Cosmologia Cíclica Conforme(CCC), de Roger Penrose, defende que o Universo passa por ciclos infinitos de expansão/regressão, terminando num mar de fotões e neutrinos, ultrapassando deste modo as singularidades e infinitos na matemática subjacente, enquanto a Cosmologia Cíclica Védica, com milhares de anos de existência, emparceira com a mesma conceção ao assumir que o Universo tem ciclos de existência de evolução e regressão da ordem dos milhões de anos terrestres denominados Kalpas na filosofia hindu-védica.