Em inúmeras culturas clássicas a Natureza foi considerada como um grande ser vivo que se desenvolve relacionando e equilibrando cada uma das suas partes. Ao analisar os elementos que constituem o nosso ambiente é possível observar que cada um tem um lugar e um papel específico do qual depende a vida na Terra.
Nesta voz, funda-se a tripla ciência védica: em sua honra e em virtude da sua grandeza e das suas qualidades. O OM é a voz, a palavra pronunciada e o Canto elevado.
Quem é Gandhi? Ele é um professor, um asceta, um político, um filósofo?… Vamos abordá-lo e interpretá-lo sobre o enredo dos valores éticos, filosóficos e espirituais da tradição indostânica.
Embora tenham passados séculos, e ainda milênios, não existe leitura mais atual que a dos clássicos, especialmente se falarmos dos Lotus que perfumaram toda a humanidade e ainda iluminam a alma com os seus ensinamentos como fontes de esperança. Tal é a voz de Buda, o seu rugido de leão fazendo ouvir a Boa Lei.
O Dhammapada será certamente o texto mais divulgado do Cánon Pali, o Livro sagrado do Budismo Theravada também conhecido por Tripitaka, e está incluído no Sutta Pitaka que é o conjunto de textos que versam sobre Ética, os ensinamentos que permitem percorrer o Caminho, aquelas indicações que os peregrinos vão encontrando na sua marcha.
Possa algum de vós ter a oportunidade de ir alguma vez à Índia e, especialmente, a oportunidade de ter um contacto íntimo com as suas gentes, e descobrirá que a Índia é o lugar dos lugares, porque lá Deus parece estar mais próximo.
Os Upanishads com os seus hinos, diálogos, poemas e explicações são o corpus de filosofia mais formidável e, ao mesmo tempo, mais antigo que chegou até nós quase intacto.
Devemo-nos esforçar por ser um jñani1 e não um jñánabandhu2. Este último é o que estuda as escrituras pelo prazer
A mente antecede todos os estados mentais
“A História da Criação e deste Mundo, desde o seu início até ao tempo presente, está composta por sete capítulos. O sétimo capítulo ainda não foi escrito.” T. Subba Row